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Clube Direitos Humanos

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Bem-vindo ao portal da nossa escola!

___ESRSI - Estremoz

Escola__ Escola Secundária Rainha Santa Isabel

CLUBE DOS DIREITOS HUMANOS

 

 17 anos de história – direitos e responsabilidade

 

Não temos ideias fixas mas temos convicções fortes. Acreditamos que os seres humanos são valiosos em si, dotados de dignidade que deve ser respeitada. A vida deve ser vivida por todos de uma forma digna e, portanto, não subscrevemos a instrumentalização dos seres humanos nem o seu uso como meio seja para que fim for. A autonomia e a liberdade são o horizonte para que os nossos passos se devem dirigir e a cidadania não é o meio para ser livre, mas o modo de o ser. Acreditamos que, enquanto humanos somos responsáveis por nós e pelos outros. A humanidade em cada um deve ser respeitada e desenvolvida e deve servir como critério ético fundamental para fazer face às várias facetas de “desumanização” que o mundo de hoje apresenta. Somos pessoas e cidadãos, temos consciência de nós próprios, do mundo e dos outros e, simultaneamente, podemos/devemos intervir na realidade social que nos envolve. A “vida boa” de que falam os filósofos é indissociável das instituições justas.

Mas, esta maneira de ser própria dos humanos não é inata. A educação exerce, aqui, um papel fundamental – os valores e normas que estão associados à humanização são aprendidos. Deste modo, num mundo caracterizado pelo individualismo hedonista a educação para a cidadania reveste-se de uma importância crucial pois o fortalecimento do espaço público e a disponibilidade dos cidadãos para o compromisso com os assuntos da comunidade é condição para superar o relativismo axiológico, o egoísmo, a indiferença. Numa palavra, é condição de passagem de uma “democracia em crise” para uma “democracia sustentável”. Esta deverá associar-se ao conceito de cidadania cosmopolita, ou seja, deverá colocar como horizonte a solidariedade universal onde cada um seja capaz de se colocar no lugar do outro e de sentir membro da comunidade universal dos seres humanos. A educação para a cidadania a ocorrer nas escolas, deverá igualmente ter em consideração o caráter complexo e multidimensional do conceito. Nas sociedades pluralistas, a cidadania para além dos seus aspectos legais, políticos e sociais, deverá ser a realização da diversidade. Deverá igualmente sublinhar a importância da dimensão comunicativa e dialógica, desenvolvendo competências de argumentação e de expressão essenciais a qualquer processo de participação no espaço público. Face ao facilitismo reinante, a cidadania é, também, uma aprendizagem do valor do esforço e da superação das dificuldades.

Estamos profundamente convencidos(as) que o pior erro em educação para a cidadania é transformar esta numa repetição retórica de princípios e normas. Não se trata, a nosso ver, de aprender uma “cantilena”. Pelo contrário, ela só será eficaz se conseguir a interiorização de princípios e se transformar num modo de vida, uma vida com consciência cívica. A sua aprendizagem requer vivência, mobilização da inteligência e do afeto das crianças e jovens.

Convictos(as) de que o “direito a ter direitos” e o sentimento de “dever” são aprendidos, iniciámos há dez anos este projeto que se tem desenvolvido de uma forma fundamentada, planificada e com objetivos claramente definidos. Ao nível dos valores, dos conhecimentos, das competências cívicas, podemos dizer que este percurso foi, para professores e alunos, um crescendo de aprendizagem. Também na comunidade educativa e na comunidade local contribuímos para uma maior sensibilidade para as questões dos Direitos Humanos e da Cidadania.

 

Coordenadora: Maria do Céu Pires

 

Apresentações:

- Crianças hoje: direitos violados, direitos a defender
- 10 anos de história, 10 anos a defender os Direitos Humanos
- Clube dos Direitos Humanos 2008/2009

 

 Fotografias:

 

 


Escolas Amigas dos Direitos Humanos – participámos nas várias sessões de trabalho.


“Juntos aprendemos” – atividade realizada com os alunos e as alunas do Ensino Especial.

 

 

Em outubro e em colaboração com o Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional foi assinalada a Semana de Luta contra a Pobreza e a Exclusão Social. Para além da sensibilização/discussão do tema nas sessões semanais do Clube (nos 4 grupos constituídos) foi feita uma recolha de leite, papas lácteas e material escolar. Os materiais recolhidos foram posteriormente entregues no Centro Social e Paroquial de Sto André, em Estremoz.

 

Semana dos Direitos Humanos – decorreu entre 7 e 11 de dezembro. Entre outras atividades destacam-se: a realização de uma Festa dos Direitos Humanos subordinada ao lema “Os Direitos Humanos têm que sair do papel”, a distribuição de Direitos Humanos em toda a comunidade educativa e a participação na Maratona de Cartas. Como é habitual, a semana terminou com um lanche convívio e entrega de cartões aos alunos do Clube.

 

 

Inseridas no Projeto Escolas Amigas dos Direitos Humanos realizámos várias sessões de sensibilização e de formação sobre Bullying.


 

Um dos momentos mais significativos das atividades realizadas no 2º período (2015/16) foi a Cimeira de Países em que participaram (em simulação) 6 países e foi debatida a “Crise de Refugiados”. Foi um momento de elevado trabalho de investigação, de capacidade argumentativa e de esforço para cada um se “pôr no lugar do outro”. Para além dos alunos do CDH participaram outros alunos e alunas do 9º ao 12º ano.

 

Assinalámos o dia da Não Violência Escolar e da Paz – foram distribuídas a toda a comunidade escolar flores em papel com mensagens de paz que, pacientemente, durante semanas elaborámos. No início da manhã, representantes das turmas colocaram mensagens de paz nos painéis alusivos ao dia, ao que se seguiu um momento de música e de poesia.


 

Encontro Nacional de Estudantes do Projeto "Escolas Amigas dos Direitos Humanos”

O Clube dos Direitos Humanos participou no Encontro Nacional de Estudantes do Projeto "Escolas Amigas dos Direitos Humanos", realizado dia 14 de abril, em Peniche. Foi um dia de convívio entre alunos e professores das diferentes escolas e também de aprendizagem e de sensibilização sobre Direitos Humanos, nomeadamente, sobre a questão da "tortura". Neste âmbito, a vista foi acompanhada por um ex-preso político, sujeito a tortura: Domingos Abrantes.


 

“Celebrar a Liberdade”

Organizada pelo Clube dos Direitos Humanos (CDH) decorreu na nossa escola mais uma sessão (já vai na sexta edição) da atividade “Celebrar a Liberdade”. Com esta iniciativa pretende-se trazer à conversa e ao contacto com os alunos pessoas que, em diferentes áreas (comunicação social, música, guerra colonial, prisão política, movimento estudantil), foram protagonistas da história portuguesa contemporânea e participaram na resistência à ditadura. O objetivo é não apagar a memória e criar momentos de “história viva”, pois só o conhecimento do passado nos permite compreender quem somos e que sonhos podemos colocar no futuro. O “pano de fundo” é sempre o que se refere a uma missão essencial da escola: educar para a cidadania.

Este ano a iniciativa, que contou com a presença de Francisco Fanhais, foi particularmente marcante para quem nela participou. Com as suas palavras e a sua música, o cantor deu uma interessante lição de história e de humanidade.


 

 No limite da dor”

 Por iniciativa do Clube dos Direitos Humanos decorreu, na Biblioteca da nossa escola, dia 9 de maio, a apresentação da obra “No limite da dor” da autoria de Ana Aranha e Carlos Ademar e editada pela editora Parsifal que esteve representada por Marcelo Teixeira.

Na sala encontravam-se presentes vários professores e alunos, nomeadamente do 9º e 11ºanos. A prof. Maria do Céu Pires começou por explicar o objetivo desta sessão, inserida nas várias atividades realizadas na escola no sentido de “preservar a memória” e, dessa forma, contribuir para a formação cívica dos alunos. De seguida, procedeu a uma breve apresentação dos autores e da obra.

Esta resultou de um programa transmitido pela Antena 1, com o mesmo título e da autoria da jornalista Ana Aranha que, posteriormente, com o historiador e escritor Carlos Ademar o transformou em livro. Nele constam testemunhos (13) de vários ex-presos políticos sujeitos a tortura durante o regime ditatorial de Salazar e de Marcelo Caetano. Segundo Mário de Carvalho, autor do posfácio, o programa “No limite da dor” “Foi um nobre exercício de serviço público.” E, pode acrescentar-se, é também uma reflexão sobre a condição humana. Como refere Irene Pimental no prefácio: “Podemos ler aqui testemunhos de uma terrível e tremenda profundidade, que colocam questões de carácter ontológico, de questionamento sobre a morte e a vida, a convicção e a preparação política e ideológica e, em suma, acerca do comportamento do ser humano em situação-limite.”

Sendo um documento histórico fundamental, esta obra permite conhecer melhor um período negro da nossa história contemporânea e pode servir como antídoto para que as humilhações e os atentados à dignidade humana que foram praticados pela polícia política não se voltem a repetir. Nunca mais!

 


Como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido na nossa escola, no âmbito do projeto Escolas Amigas dos Direitos Humanos foi entregue pela Amnistia Internacional (Luísa Marques) a bandeira do Projeto. Foi com orgulho que os alunos e professoras envolvidos diretamente neste Projeto receberam a bandeira. Esta é, também, fator de motivação para toda a comunidade  educativa! É um incentivo para continuar a construir uma escola em que os Direitos Humanos integrem todos os aspetos da vida escolar.

 

Obrigada!

  


Clube dos Direitos Humanos – 10 anos de História

 


Sessão com os Refugiados "Nós acolhemos"

 


 Alunos do Ensino especial "Juntos aprendemos"


Exposição "Escravaturas do século XXI"

 


2.º Encontro Nacional de Escolas Amigas dos Direitos Humanos.

Realizado em Ferreira do Zêzere, entre 3 e 5 de fevereiro.

 

 

 


 "Cidades pela Vida, contra a Pena de Morte"

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